26/11/2006
Poesia da Seringueira
Árvore robusta
De Raízes profundas
Da seiva tão rica
Que alimenta o Mundo
Da copa tão bela
Que nos protege do calor
Do caule singelo
Que sustenta a Flor
Em agosto senesce
Para as folhas trocar
Esconde a produção
E não devemos sangrar
Quando pequena
È fácil de perceber
Cortando uma folhinha
O Látex começa a escorrer
Depois de cinco anos
Ela entra em produção
Oferecendo a borracha
Para movimentar a Nação
Matéria-prima como essa
Que não há substituição
Da borracha se faz quase tudo
Que se pode imaginar
E é mais difícil dizer
Onde não a utilizar
Pois com ela se apaga até erros
De quem quis e não soube acertar
E por isso pedimos a todos
Que possam de si um pouco oferecer
Para proteger a Seringueira
E a mesma nunca desaparecer.
Autor desconhecido
Postado por Bianca Freire Medeiros
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